Contabilidade para dentistas: guia para o consultório odontológico
Pessoa física ou empresa, custos do consultório, regime tributário e obrigações: o que o dentista precisa saber para pagar menos e evitar multas.
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Em resumo
- O dentista pode atuar como pessoa física, com livro caixa e carnê leão, ou por meio de uma empresa.
- Consultórios com equipe e materiais têm custos altos, e a forma de atuação muda quanto disso reduz o imposto.
- Clínicas odontológicas têm folha de pagamento e obrigações mensais que pedem acompanhamento.
- Rever o regime quando o faturamento cresce evita pagar imposto a mais.
Pessoa física ou empresa
No início da carreira, muitos dentistas atuam como pessoa física. Nesse caso, a renda recebida de pacientes entra no carnê leão todo mês e as despesas do consultório podem ser lançadas no livro caixa. Com o crescimento dos atendimentos, abrir uma empresa costuma reduzir o imposto.
Entenda a comparação completa em PF ou PJ: quando vale a pena abrir empresa.
Custos que pesam no consultório odontológico
Materiais e insumos odontológicos.
Equipamentos e manutenção.
Auxiliar de saúde bucal e secretária.
Laboratório de prótese.
Quanto maior a estrutura, mais importante é registrar cada despesa e escolher um regime que leve esses custos em conta.
Simples Nacional ou Lucro Presumido
Clínicas odontológicas podem optar pelo Simples Nacional ou pelo Lucro Presumido. No Simples, o Fator R, que é a relação entre folha de pagamento e faturamento, define se a alíquota começa mais baixa ou mais alta. Veja os detalhes em Simples Nacional ou Lucro Presumido.
Obrigações que não podem atrasar
Emissão de nota fiscal para cada atendimento.
Folha de pagamento e encargos dos funcionários.
Impostos e declarações mensais e anuais da empresa.
Alvará de funcionamento e licença sanitária renovados.
A Alva cuida da contabilidade para dentistas no DF, do consultório individual à clínica com equipe.